Substituição genética
Esta abordagem consiste em introduzir no organismo uma versão funcional do gene CASK para compensar a versão defeituosa. 👉 Pense nisso como se fosse adicionar um novo manual de instruções quando o original está danificado.
Será que funciona para as doenças CASK?
A terapia de substituição genética já foi autorizada para outras doenças neurológicas, como a atrofia muscular espinhal (AME) e a deficiência de AADC. No caso das doenças relacionadas com o gene CASK, determinar a «dose» adequada será de importância vital, uma vez que a administração ao cérebro é difícil e os riscos de resposta imunitária são elevados. Um ensaio de substituição genética para uma doença semelhante (STXBP1) foi suspenso na sequência da morte de uma criança que participava no ensaio. A comunidade CASK tinha esperança de que a tecnologia utilizada nesta terapia genética pudesse ser aproveitada para os seus próprios ensaios clínicos. A causa da morte continua a ser desconhecida.